Battlestar Galactica, A segunda temporada - A Pegasus e a Nave da Ressurreição

Battlestar Galactica, A segunda temporada - A Pegasus e a Nave da Ressurreição
Chegamos ao meio da temporada

A primeira metade da temporada estava sendo alcançada quando um vírus tenta tomar o controle da Galactica e Boomer auxilia Gaeta para reverter o programa (após isso este modelo da Boomer ganha o nome de guerra de “Athena” e torna-se oficialmente membro da frota), uma repórter interpretada por Lucy Lawless (a Xena) faz um documentário sobre a nave e finalmente no 10º episódio que marcou o “gap” quando foi exibindo no Reino Unido.

O episódio 10 (“Pegasus”) foi exibido em 23/09/2005, tendo sua seqüência (“Ressurection Ship, Part 1”) sido exibida em 06/01/2006, o quê deu cerca de três meses e meio. Nos EUA que exibiu a série meses depois do Reino Unido, não houve o “gap”.

Neste 10º episódio temos o encontro com a “Battlestar Pegasus”, outra nave sobrevivente, dirigida pela Almirante Cain, que imediatamente assume o controle da frota – Adama é apenas Comandante.


Cain, uma militar ainda mais linha dura do que Adama, capaz de matar civis para pegar peças de reposição para sua Battlestar, revela que mantém um cylon aprisionado – uma Número Seis – que foi estuprada e violentada pela tripulação!

Quando, durante um interrogatório tentam fazer o mesmo com Boomer/Athena. Mas Tyrol e Helo – namorados de unidades diferentes do mesmo modelo – se unem para impedir, resultando na morte do oficial de interrogatório, O “XO” da Pégasus!

Eles são levados para a Pegasus e submetidos à Corte Marcial sem julgamento.

Descobrindo o destino final de seus dois homens, Adama que vinha aceitando a hierarquia mesmo após as mudanças impostas por Cain – como levar Apollo e Starbuck para a Pegasus – decide atacar a Pegasus, mesmo diante de um eminente ataque a uma base cylon!

Em Ressurection Ship, Part 1 e 2 (10º e 11º episódios da 2ª temporada) fica determinado que existe uma nave avançada da armada cylon que conteria os corpos de reposição para membros humanos e centuriões.

É mais ou menos assim: sem o sistema de reprodução humana, os cylons de modelo humano, quando morrem têm seus dados enviados para a “nave de ressurreição” onde ocupam um novo corpo. Ao longo da série nota-se que alguns modelos fêmeas tem uma libido bem alta, certamente relacionado com seu desejo inconsciente de se reproduzir.

Apesar da tensão, Pegasus e Galactica fazem um pacto e usando informações obtidas por Starbuck com a nave construída por Chefe Tyrol preparam-se para um ataque, não sem antes os dois comandantes planejarem o assassinato do rival, sendo que Adama tem o aval de Roslin!

Mas a conclusão é diferente e igualmente tensa. Pouco antes de Cain ser assassinada a modelo Número 6 a mata.

Mas a coisa pode piorar e muito.


Ao encontrar um planeta habitável a frota finalmente se assenta com o novo presidente. Após uma série de episódio Roslin decide convocar eleições e seu adversário é o relapso Gaius Baltar.

Bastante popular naquele momento e auxiliado pelas falcatruas de Roslin e assessoria, que tornaram-se públicas, Baltar é eleito presidente, continuando sua devassidão e ingerência.
Mas pelo menos eles eram livres...

Uma frota cylon surge no céu e aprisiona a população. Novamente eles são prisioneiros de cylons!


Assim termina a segunda temporada!

Posteriormente a produção uniu os flashes da época da Comandante Cain na Pégasus e lançou um especial, creditado como 4ª temporada, episódio zero, chamado “Razor” (Navalha).

Artigo histórico preservado do acervo original publicado no Blogger em 26 de maio de 2010. Ver registro original no Blogger →