Superman completa
setecentos números nos EUA e a DC faz um epílogo para a trama de
James Robinson, mas o foco da edição é um prólogo para o arco
Solo de J.M. Straczynski. Infelizmente nos enchem com a descessária
história de um encontro entre Superman e Robin – poxa não tem uma
história na série Legends of the DC Universe que já trabalhou com
a trama?Lançamento: Superman #108
Superman completa
setecentos números nos EUA e a DC faz um epílogo para a trama de
James Robinson, mas o foco da edição é um prólogo para o arco
Solo de J.M. Straczynski. Infelizmente nos enchem com a descessária
história de um encontro entre Superman e Robin – poxa não tem uma
história na série Legends of the DC Universe que já trabalhou com
a trama?
Descartada a história
de Dan Jurgens e lida a história de Robinson vamos com fome na trama
do autor de Babylon 5, Superman: Terra Um e Esquadrão Supremo.
Superman novamente questiona seu papel e passa a andar pelos EUA, dai
o nome do arco “Solo”, uma referência ao fato que o herói
estaria buscando sua ligação com o mundo e em seguida renová-la.
Acho a ideia limitada especialmente para quem já leu material como o
próprio Esquadrão Supremo do autor, mas de imediato funciona.
A
arte de Eddy Barrows cai bem no herói e tem vários momentos de
formato widescreen, lembrando uma tela de cinema.
Não é uma
redescoberta surpreendente do Superman, mas uma premissa interessante
para narrar algumas histórias, o quê pode ser exatamente o problema
do arco.
Após o impacto inicial os leitores terão paciência para
esperar uma conclusão ou evento mais semelhante àquilo que estão
acostumados?
Artigo histórico preservado do acervo original publicado no Blogger em 26 de novembro de 2011. Ver registro original no Blogger →
