Star Wars: Rebellion

Star Wars: Rebellion
O primeiro arco de “Rebellion” (# 1-5, publicado em Star Wars # 1-5) dá continuidade a eventos anteriores que não são explicados na edição nacional.

Janek Sunber, tenente do Império, foi colega de infância de Luke Skywalker e tem inveja da posição do antigo amigo. Sabendo da importância dele, entra em contato com Darth Vader e finge se entregar para criar uma armadilha. Ao mesmo tempo Jorin Sol, recém resgatado das garras do Império tem implantes mentais que o levaram a entregar a posição da Aliança Rebelde!

Com texto de Rob Williams e arte de Brandon Badeaux, a história convence como ponto de partida da série e reflexão sobre as escolhas de amigos.

Devemos entender que o Império não era naturalmente maligno, ainda que fosse governado por seres malignos, e que pessoas sem opção profissional encontravam nas garras deste exército, fonte de trabalho e renda e por isso gostariam de garantir a continuidade de seus empregos. O desenho de Badeaux, feito sem arte final como a maioria dos trabalhos da Dark Horse no momento, consegue manter a atenção e o impacto, criando várias seqüências do excelente dose de ação, porém trafega no delicadíssimo limite entre o caricato e o quadrinho de herói.

Já o segundo arco “A jogada Ahakista” escrito por Badeaux & Williams, com arte de Michel Lacombe tem um clima de missão impossível.

Wyl Tarson esteve infiltrado em uma organização criminosa e passou informações à Aliança Rebelde. Descoberto, Tarson tem uma bomba implantada no cérebro e deve fazer um “último serviço sujo” para seu antigo empregador: ele deve ir a Ahakista e se aliar à Sardoth, fingindo estar em uma missão da Aliança e afastar o Império, destruindo o único interesse real deles no planeta. Porém Darth Vader se interessa em dizimar aquela célula revolucionária antes que eles realmente se aliem aos Rebeldes.



Artigo histórico preservado do acervo original publicado no Blogger em 09 de setembro de 2009. Ver registro original no Blogger →